Aerosmith cancela show na Venezuela por cirurgia de guitarrista.

Posted in musica on 16/01/2009 by dissidentrock

aerosJoe Perry, 58, teve que ser submetido à cirurgia de emergência no joelho.
Banda seria atração principal no festival Solid Fest, em Caracas.

Os roqueiros veteranos do Aerosmith cancelaram seu primeiro show na Venezuela depois que o guitarrista Joe Perry ter de se submeter a uma cirurgia de emergência no joelho, informou uma porta-voz na quinta-feira.

A banda seria a atração principal do festival Solid Fest, em Caracas, no dia 1º de fevereiro.

Mas Perry, 58, desenvolveu “complicações imprevistas” com a prótese de joelho que recebeu em março do ano passado, de acordo com o anúncio. Em novembro, ele compareceu ao American Music Awards usando uma bengala.

“Tocar na Venezuela, para mim, era a melhor maneira de começar o ano”, escreveu o vocalista Steven Tyler no comunicado. “Mas, ao saber que Joe teve de voltar ao hospital neste mês, a banda ficou verdadeiramente desapontada por não poder ir a Caracas. Esperamos vê-los em breve”.

‘Ambiente seguro’

Tyler também tem sofrido com problemas de saúde. O cantor, que há muitos anos combate o abuso em drogas, internou-se em uma clínica de reabilitação em maio, dizendo que queria “um ambiente seguro” para se recuperar de uma série de cirurgias no pé. Em 2006, o baixista Tom Hamilton passou por sessões de radioterapia por sete semanas, para tratar um câncer de garganta.

A banda Aerosmith ficou famosa no começo dos anos 1970 e planeja gravar um novo disco de inéditas — o mais recente é “”Just push play”, de 2001. A porta-voz não quis dizer se estes planos serão afetados pela cirurgia de Perry.

Sem vocalista, Led Zeppelin quer gravar novo álbum.

Posted in musica on 10/01/2009 by dissidentrock

ledEmpresário diz que banda precisa achar substituto de Robert Plant.
Último disco de inéditas do Led Zeppelin é ‘Coda’, de 1982.

O empresário da banda inglesa Led Zeppelin confirmou à BBC que, mesmo sem o vocalista Robert Plant, o grupo quer entrar em estúdio para gravar um novo álbum em 2008.

Peter Mensch disse que os três membros da banda – o guitarrista Jimmy Page, o baixista John Paul Jones e o baterista Jason Bonhan, filho de John Bonhan, baterista original do Led Zeppelin – querem também entrar em turnê.

“Eles decidiram que, se conseguirem encontrar um vocalista que se encaixe no estilo da banda, eles vão gravar um disco e entrarão em turnê”, declarou Mensch nesta quarta-feira (7).

Mensch disse que a banda ainda está procurando um vocalista substituto, e negou-se a comentar os boatos de que o Led Zeppelin já teria um novo cantor – a lista de rumores incluiria Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, e Chris Cornell, ex-Soudgarden e ex-Audioslave.

O último disco de inéditas do Led Zeppelin é ‘Coda’, de 1982, dois anos após a morte de John Bonhan.

Confira alguns álbuns internacionais aguardados para 2009.

Posted in musica on 02/01/2009 by dissidentrock

blogApós 5 anos de espera, disco do U2 é um dos destaques do ano.
Courtney Love,  e Morrissey também lançam álbuns em 2009.

U2, Franz Ferdinand, Morrissey  voltam à cena musical em 2009 com novos e aguardados lançamentos. A lista de novidades para o ano que entra inclui ainda projetos de John Frusciante, guitarrista do Red Hot Chilli Peppers que aproveita o hiato da banda para por na praça seu 11º disco solo, e Courtney Love, que começa o ano descumprindo a promessa de publicar seu novo álbum em seu site oficial no dia 1º de janeiro — mas já oferece algumas pistas de que o trabalho está a caminho.

Confira a seguir, alguns dos discos :

Animal Collective - “Merriweather Post Pavilion”

O disco do ‘coletivo animal’ já vazou na internet, e promete manter o nível do aclamado “Strawberry jam”, de 2007, que figurou um várias listas de “melhores do ano”. “Summertime clothes” e “Brothersport”, que a banda tocou em seu show Brasil no festival Planeta Terra são os possíveis hits do disco.

John Frusciante – “The empyrean”

Com o Red Hot Cilli Peppers em hiato, o guitarrista John Frusciante aproveita para colocar mais um disco solo na praça. Seu último álbum é “Curtains”, de 2005. “The empyrean” traz uma cover de Tim Buckley (“Song to the siren”) e a participação de amigos como Flea, baixista do RHCP e Johnny Marr, ex-The Smiths.

Franz Ferdinand – “Tonight: Franz Ferdinand”
“Tonight” é o primeiro trabalho inédito do quarteto escocês desde “You could have it so much better with”, de 2005. O primeiro single do álbum, “Ulysses”, já vazou na internet, e o site da gravadora Domino colocou o disco em pré-venda em uma série de formatos diferentes – incluindo uma caixa com direito a DVD, livreto, um CD com um remix dub do disco e o álbum completo – dividido em seis vinis de sete polegadas.

Chris Cornell - “Scream”
O segundo álbum-solo de Cornell desde o fim do Audioslave é fruto da parceria inusitada entre o ex-vocalista da banda grunge Soundgarden e o produtor pop Timbaland. Em entrevistas, Cornell comparou seu novo disco com clássicos do rock como “The dark side of the moon”, do Pink Floyd, e “A night at the opera”, do Queen.

Courtney Love – “Nobody’s daughter”
Em um ensaio para a revista “Elle” em dezembro de 2008, a viúva de Kurt Cobain disse que seu novo disco seria lançado virtualmente em seu site no dia 1º de janeiro de 2009. Uma mensagem recente no blog do MySpace de Love pede desculpas aos fãs – ainda assim, o MySpace apresenta duas músicas inéditas, uma delas, cover de Bob Dylan.

Morrissey – “Years of refusal”
O décimo disco da carreira solo do ex-vocalista dos Smiths também é um caso de procrastinação: havia sido prometido para setembro de 2008, foi parar em fevereiro de 2009.Com duas músicas já lançadas comosingles em 2008, o álbum foi produzido por Jerry Finn – produtor de bandas punks como Green Day, Rancid e Bad Religion, e também responsável por “You are the quarry”, disco de 2004 de Morrissey.

U2  – “No line on the horizon”
O último disco lançado pelo U2 foi “How to dismantle na atomic bomb”, há cinco anos, o maior tempo que a banda já passou entre lançamentos. O disco já esteve quase pronto, mas a banda resolveu retomar os trabalhos do zero, ao lado dos produtores Brian Eno e Daniel Lanois (responsáveis pelo disco “The joshua tree”), quando acharam que estavam mais inspirados do que quando começaram a gravar o álbum.

Em biografia visual, jornalista abre o baú de esquisitices de Kurt Cobain.

Posted in musica on 30/12/2008 by dissidentrock

capa‘Cobain unseen’ mostra fotos raras e brinquedos do líder do Nirvana.
Obra foi produzida pelo autor da biografia ‘Mais pesado que o céu’.

Músicas inéditas ou inacabadas, biografias, diários, documentários e até a guitarra quebrada de Kurt Cobain já foram explorados desde abril de 1994, ano em que o problemático líder do Nirvana se matou com um tiro na cabeça em sua mansão em Seattle. Em meio a tanto mais do mesmo, “Cobain unseen” joga luz sobre uma das facetas ainda pouco conhecidas do músico: a de artista visual e colecionador de tranqueiras da cultura pop americana.

Lançado em novembro nos Estados Unidos (e já disponível em grandes livrarias e importadoras no Brasil), o livro de luxo colorido, de 160 páginas, funciona como uma espécie de biografia visual da vida e obra do fundador do Nirvana, com reproduções de fotos polaroid de família, rascunhos de letras impressos em folha de caderno, desenhos a lápis da infância e documentos diversos de Cobain.

Garimpado do “baú” particular da casa dos Cobain, o conteúdo da obra faz jus ao “unseen” do título – que significa não-visto, em português. Foi a própria Courtney Love quem deu ao autor permissão exclusiva para remexer nos velhos pertences do marido.

“É uma longa história, mas basta dizer que ela não colocou nenhuma restrição”, revelou  por e-mail, o jornalista Charles R. Cross, que é também autor dos livros “Nevermind: the classic album” (inédito no Brasil) e “Mais pesado que o céu – Uma biografia de Kurt Cobain” (lançado em 2002 pela editora Globo).

“Courtney não leu ‘Mais pesado que o céu’ antes de o livro sair, e depois não gostou de algumas coisas nele. Mas não sei dizer o que a motivou a me dar acesso completo ao material. Talvez ela confiasse em mim por eu ter escrito tanto sobre Kurt e sua banda, Hole, antes”, justificou Cross.

Retrato do artista quando jovem

Organizado em ordem cronológica, o livro resgata não só as primeiras experiências com a música – seu primeiro instrumento foi uma bateria, sua tia era cantora profissional – mas também a relação do pequeno Cobain com as artes visuais. Do cavalete de pintura presenteado pelos avós, em 1975, ao diploma de “excelência artística” recebido dez anos pela participação no concurso de artes da cidade natal, Olympia.

Na adolescência e mesmo mais tarde como músico consagrado, Cobain continuaria a manifestar seu interesse pelo aspecto visual de seu trabalho, seja grafitando os muros da cidade, criando flyers e cartazes de shows para as bandas locais ou planejando os clipes e as imagens do encarte de discos do Nirvana como “Nevermind” e “In utero”.

‘Curador de sobras do pop’

Os fãs do Nirvana devem reconhecer facilmente nas páginas do livro algumas das obsessões estéticas de Cobain, incluindo sua fixação por bonecas de porcelana, mapas de anatomia humana, macacos de brinquedo e diversas referências a seriados de televisão dos anos 60.

“Basta olhar as esquisitices da letra de ‘Smells like teen spirit’. Um mulato, um mosquito, minha libido. A maneira como essas imagens vão e vêm quase como se estivéssemos assistindo à televisão e trocando de canais”, sugere Cross, citando ainda a música “Floyd the Barber”, que seria uma referência a um personagem do seriado “Andy Griffith show”, da TV americana.

Para o autor, Cobain, com sua mania de levar para casa todo tipo de quinquilharias que encontrasse pela frente, acabou se tornando “um curador de sobras absurdas da cultura pop americana” e um “habilidoso crítico cultural”.

Superexposição

Ao tornar público, agora, o “tesouro” particular de um sempre desconfiado Cobain, Cross afirma estar de consciência tranqüila. “Ele reclamava de as pessoas escreverem sobre sua vida pessoal, mas ainda assim continuou a dar entrevistas e a colocar sua vida em suas letras. Ele era uma contradição. Tentei honrá-lo e escrever as coisas de forma direta”, afirma o jornalista, que se declara um fã das antigas do músico. “Tive várias ofertas para escrever um livro sobre o Nirvana quando Kurt ainda estava vivo e logo depois que ele morreu. Mas eu achei que era muito cedo. Com o passar dos anos, quis ver a história contada da maneira correta.”

Depois de tanto tempo mergulhado na vida do músico, foi possível encontrar alguma surpresa no “baú” de Cobain? “Sim e não ao mesmo tempo, se é que isso faz sentido. Claro que você sabe como a história vai terminar; mas mesmo como biógrafo eu tinha esperanças de que pudesse haver uma conclusão diferente. No final, todas as peças do quebra-cabeças se encaixaram e, infelizmente, Kurt morre no final, não importa quanto eu quisesse que ele ainda estivesse por aqui.”

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Guitarra destruída de Kurt Cobain é vendida por US$ 100 mil

Posted in musica on 25/12/2008 by dissidentrock

015951776-ex00Esse é o segundo mais alto valor já pago por um item do roqueiro.
Objeto teve seus pedaços colados com fita crepe, e Kurt escreveu nele.

Uma guitarra destruída por Kurt Cobain foi vendida para um colecionador não-identificado por US$ 100 mil. Helen Hall, vendedora de artigos usados na Inglaterra, afirmou que esse é o segundo mais alto valor conhecido já pago por um item de Cobain.

A venda foi confirmada na terça-feira (23) por Jacob McMurray, curador do Experience Music Project em Seattle, onde a guitarra Fender Mustang ficou exposta por um tempo. O vendedor foi o roqueiro Sluggo do Grannies e Hullabaloo.

“É uma guitarra muito bacana, porque foi quebrada, teve seus pedaços reunidos e colados com fita crepe, e Kurt escreveu nela”, disse McMurray. Sluggo contou que ele trocou uma guitarra funcionando pela quebrada durante a primeira turnê do Nirvana, banda da qual Cobain fazia parte.

De acordo com McMurray, o Nirvana estava fazendo um show em New Jersey quando Cobain quebrou a guitarra no palco e saiu em busca de outra para tocar em sua próxima apresentação. A troca foi feita quando o vocalista estava na casa de Sluggo e de sua namorada.

Ele afirmou que espera que o comprador permita que o instrumento volte para Seattle para uma exposição sobre Cobain que está sendo planejada para 2010. “Não há uma grande quantidade de guitarras quebradas do Nirvana por aí”, afirmou McMurray.

U2 lança novo disco em março.

Posted in musica on 19/12/2008 by dissidentrock

bonoTítulo do novo álbum é ‘No line on the horizon’.
Último trabalho da banda vendeu 9 milhões de cópias.

A banda irlandesa U2 batizou o seu novo álbum com o título “No line on the horizon” (“Nenhuma linha no horizonte”) e vai lançá-lo mundialmente no começo de março, anunciou a gravadora Interscope Records na quinta-feira (18).

O 12º álbum de estúdio da banda deveria ter sido lançado no final deste ano, mas em setembro os roqueiros anunciaram que continuariam escrevendo mais canções. A gravação aconteceu no Marrocos, em Dublin, em Nova York e em Londres.

O último disco de estúdio do U2, “How to dismantle an atomic bomb”, saiu no final de 2004 e vendeu 9 milhões de cópias no mundo, segundo a gravadora. Com ele, a banda ganhou pela segunda vez o Grammy de melhor disco do ano (a primeira foi com “The Joshua tree”, em 1987).

O novo disco foi produzido pelos tradicionais colaboradores Brian Eno e Daniel Lanois, com produção adicional de Steve Lillywhite. Faixas gravadas em 2006 com o produtor Rick Rubin, responsável pela volta de Johnny Cash, foram descartadas.

Roqueiros protestam contra o uso de músicas para torturar prisioneiros.

Posted in musica on 13/12/2008 by dissidentrock

rockTom Morello, do Rage Against the Machine, faz parte de uma campanha.
Faixas de Eminem e até Queen são usadas para ‘criar medo e desorientar’.

Saindo de uma caixa de som em sua minúscula cela no Iraque, o rock virulento do Nine Inch Nails atinge o prisioneiro Nº 200.343 como um cacetete sônico. “Tinto como o sangue em seus dentes”, rosna em alto volume o vocalista Trent Reznor. A tortura sonora chega a durar dias, semanas e até meses no centro de detenção militar no Iraque, com AC/DC, Queen, Pantera. Donald Vance, de Chicago, conta ter se tornado um suicida.

A tática ficou comum durante a guerra dos Estados Unidos no Iraque, Afeganistão e Guantánamo Bay. O general Ricardo Sanchez, comandante do exército no Iraque, autorizou a prática em 2003, como uma forma de “criar medo, desorientar e prolongar o choque.”

Agora, os detentos não são os únicos a reclamar – os músicos estão se unindo para pedir ao exército americano que pare de usar suas músicas como arma. Uma campanha lançada nesta semana inclui grupos como Massive Attack e roqueiros como Tom Morello, do Rage Against the Machine e Audioslave.

A ação consiste em promover minutos de silêncio durante shows e festivais, segundo explica a advogada Chloe Davies, que representa diversos detentos de Guantánamo Bay e é uma das organizadoras da iniciativa. “Sugiro que prendam George W. Bush numa cela e o torturem com Rage Against the Machine”, disse Morello em um de seus shows.

Vance, que foi preso por relatar a venda ilegal de armas, estava acostumado ao rock ‘n’ roll. Mas, para muitos detentos que cresceram no Afeganistão – onde a música é proibida pelos talibãs – os violentos interrogatórios do exército americano marcaram sua primeira experiência com o gênero. Muitos não resistiram. Binyam Mohammed, hoje prisioneiro em Guantánamo Bay, diz que alguns companheiros de cela acabavam gritando e batendo as cabeças contra as paredes.

“Tocaram música alta por 20 dias”, conta Vance, citando Eminem e Dr. Dre. “Também tive de ouvir hard rock sem parar. Muitos perderam a cabeça. Perdi as contas de quantas vezes ouvi ‘We will rock you’ do Queen. Você perde a capacidade de formular os próprios pensamentos num ambiente como esse.”

O porta-voz do centro de detenção de Guntánamo não forneceu detalhes de quando e como a música foi usada na prisão. Agentes do FBI que trabalham no local citaram diversos casos em que os detentos foram torturados com música, dizendo terem sido informados de que aquela era uma prática comum. Algumas sessões alternavam 16 horas de música e luzes com quatro horas de silêncio e escuridão.

Pearl Jam anuncia edição especial do seu primeiro disco.

Posted in musica on 10/12/2008 by dissidentrock

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Pacote tem dois CDs, um DVD, quatro LPs e uma fita cassete.
‘Ten – Super deluxe edition’ já está em pré-venda no site da banda.

Sem nenhuma efeméride para comemorar mas recheado de extras, a banda norte-americana Pearl Jam anunciou nesta quarta-feira (10) que vai relançar o seu disco de estréia , “Ten”, em março de 2009, em uma edição especial de luxo.

Serão quatro pacotes diferentes, culminando com a pomposa “Super deluxe edition”, que contém dois CDs remasterizados, um DVD com o nunca lançado “Acústico MTV” do Pearl Jam, dois vinis com as remasterizações do disco, mais outro vinil duplo com um show da banda gravado em 1992 e uma fita cassete que reproduz a primeira demo da banda.

Tudo embalado com uma série de lembrancinhas que farão a alegria dos mais fanáticos.
A “Super deluxe edition” de “Ten” já está em pré-venda no site da banda (www.pearljam.com) e custa U$ 140.

Segundo o guitarrista Mike McCready, em entrevista à revista “Rolling Stone” norte-americana, o Pearl Jam está desde maio de 2008 está trabalhando no nono álbum da banda.

Blur volta aos palcos após 9 anos sem shows

Posted in musica on 09/12/2008 by dissidentrock

blur1Grupo de britpop anunciou retorno em seu site oficial.
Show de reencontro será em julho de 2009, em Londres.

O grupo britânico de pop Blur se reunirá pela primeira vez em nove anos em julho de 2009 para fazer um show no Hyde Park, em Londres, informou a própria banda em seu site.

Os quatro membros do grupo – Graham Coxon, Alex James, Dave Rowntree e Damon Albarn – se apresentarão juntos novamente em 3 de julho, nove anos após o célebre show no Royal Festival Hall da capital britânica.

Os ingressos serão colocados à venda nesta sexta-feira (12) e custarão 45 libras (51 euros), afirmou o grupo.

Diferenças para trás

Em entrevista conjunta publicada pela revista musical “NME”, Albarn e Coxon, amigos da infância, afirmam que deixaram para trás as diferenças que levaram à separação do grupo. “Era algo que Graham e eu tínhamos que resolver, remonta à infância…”, admite Albarn na revista.

Há dez anos, acrescenta Coxon, “nós dois tínhamos alguns problemas, mas era nosso grupo e não queríamos ferir os sentimentos do outro”.

Sobre o aguardado retorno do Blur, Albarn afirma que simplesmente sentiam que era “o certo” a fazer. “De alguma maneira, sentimos que temos algo novo para fazer, que não somos completamente inúteis ou sem sentido, que temos uma razão para existir”, explica na entrevista à “NME”, que começará a ser vendida nesta quarta-feira.

Coxon acrescenta que o grupo está “tornando público o que esteve ocorrendo um pouco em particular”, já que os dois amigos se viram em várias ocasiões para fazer as pazes.

Para a satisfação dos fãs, Albarn antecipou que, além do de Londres, haverá shows em outros lugares.

Em seu retorno, o grupo planeja tocar alguns sucessos antigos, já que, segundo o cantor, é interessante “rever material e ver o que funciona agora”.

Ingressos para shows do Radiohead começam a ser vendidos à meia-noite.

Posted in musica on 04/12/2008 by dissidentrock

015866259-ex00 Site vende ingressos para shows em SP e Rio a partir da 0h de sexta.
Bilheterias do Pacaembu e Maracanãzinho também venderão as entradas.

Os ingressos para os shows da banda inglesa Radiohead no Rio de Janeiro e em São Paulo em março de 2009 começam a ser vendidos pela internet a partir da meia noite desta sexta-feira (5). A banda se apresenta no dia 20 de março no Rio e no dia 22 de março em São Paulo, dentro do festival Just a Fest – cuja única atração confirmada até o momento foi o Radiohead.

As vendas on-line serão feitas no site www.ingresso.com, e os ingressos custam R$ 200 (com direito à meia-entrada). O show do Rio, que será realizado na praça da Apoteose, tem 35 mil ingressos disponíveis, enquanto a apresentação em São Paulo, na Chácara do Jockey, tem 30 mil entradas. Ambos os shows têm direito à meia-entrada.

Também será possível comprar ingressos para os shows nas bilheterias dos estádios do Maracanãzinho (Rio) e do Pacaembu (SP). Segundo a organização do show, o pagamento nas bilheterias pode ser feito apenas em dinheiro, com um limite de 4 ingressos por pessoa. Após a compra, os ingressos não poderão ser trocados ou devolvidos.

Radiohead no Brasil

Rio de Janeiro
Quando
: 20 de março de 2009
Onde: Praça da Apoteose
Quanto: R$ 200. Ingressos à venda a partir da meia-noite desta sexta (5)no site www.ingresso.com e durante o dia na bilheteria 1 do estádio Maracanãzinho – Rua Professor Eurico Rabelo S/ n◦

São Paulo
Quando: 22 de março de 2009
Onde: Chácara do Jockey
Quanto: R$ 200. Ingressos à venda a partir da meia-noite desta sexta (5)no site www.ingresso.com e durante o dia na bilheteria do estádio Pacaembu – Rua Professor Passalaqua, S/n◦