Integrantes do Iron Maiden, Raimundos e Sepultura formam banda de clássicos.

Publicado em musica às Junho 6, 2008 por dissidentrock

Ex-Iron, Paul Di’Anno assume os vocais; Canisso, Marcão e Jean Dolabella também tocam.
Repertório terá Beatles, AC/DC, Nirvana e até Stevie Wonder; turnê começa em agosto.

De AC/DC a ZZ Top, um alfabeto inteiro de clássicos do rock é o mote para uma nova “superbanda”. Formado pelo primeiro vocalista do Iron Maiden, Paul Di’Anno, mais o baixista Canisso, do Raimundos, o guitarrista Marcão, ex-Charlie Brown Jr., e o baterista Jean Dolabella, do Sepultura, o grupo ainda não tem nome, mas o repertório dá pistas de que os integrantes, que andavam meio sumidos, vão poder soprar a poeira de seus instrumentos e comemorar.

“Paul Di’Anno já tem uma ligação forte com o Brasil, vem ao país com freqüência, passa férias com a família, e já tinha planos de fazer alguma coisa com o pessoal do Sepultura. Aí surgiu a idéia de fazer uma banda de ‘all stars’, representantes de estilos diferentes, mas que tivessem o rock como elo de ligação”, explica Canisso, por telefone, de sua casa em Brasília.

“A empresária do Sepultura, Monika Cavalera, me convidou. Topei na hora, não precisei nem pensar. Sempre tive o sonho de ter uma banda que tocasse clássicos do rock, mas o problema sempre era o vocalista, que normalmente é o elo fraco. É difícil conhecer músicas de diversas bandas e ter familiaridade com a língua”, diz.

“Esse projeto parece que foi encomendado, porque o Paul Di’Anno tem essa bagagem, e além de tudo nasceu na Inglaterra, de onde saíram as principais bandas de rock. Foi sopa no mel. O que mais me surpreendeu foi quando ele disse que o estilo dele era punk. Minhas influências sempre foram Dead Kennedys e Ramones”, conta.

“Kill the poor” e “Blitzkrieg bop”, só para citar músicas das bandas acima, têm presença garantida no repertório. A extensa lista inclui ainda Beatles, Black Sabbath, Iggy and The Stooges, Rolling Stones, The Doors, Police, Clash, Nirvana, White Stripes e até Stevie Wonder.

“Escolhemos canções que se defendem sozinhas. Se elas estivessem em uma vitrola tocando alto todo mundo já ia gostar. É uma homenagem para quem curte o som das pedras rolando. O set fala por si só. Já os músicos, cada um tem a sua história. Só vejo aspectos positivos nisso”, anima-se o baixista.

“Nada nos impede de compor algo novo na estrada, mas a princípio não existe plano nenhum. Vamos esperar pra ver se acontece espontaneamente”, despista Canisso, que vem a São Paulo em julho encontrar os outros integrantes para tocarem juntos pela primeira vez. O único contato não-virtual entre os futuros colegas ocorreu em abril, durante a passagem de Di’Anno por São Paulo para um show na Virada Cultural.

Prevista para acontecer entre agosto e setembro, a turnê da nova banda, cujo nome será escolhido por votação do público no MySpace, promete ser pesada. Segundo o músico, serão cerca de quatro apresentações por semana pelo Brasil e também alguns países da América do Sul. “A cena atual está meio carente, precisando de uma sacudida. E o show foi muito bem-recebido pelos contratantes. A agenda está quase cheia.”

‘Tempero punk’

O set list foi montado à base de opiniões diversas e intensa troca de e-mails. “Cada um deu uma idéia: as melhores canções de todos os tempos, músicas do ‘Guitar Hero’… E tem muito de gosto pessoal. Tem umas faixas muito inusitadas, que não têm nada a ver com ninguém, como Steppenwolf e Cream. Não temos a menor idéia de como elas vão soar no palco.”

Segundo Canisso, o tempero que a banda dará as versões será à base de peso e velocidade. “Como o Di’Anno curte punk, a idéia é tentar fazer o mais cru possível, se concentrar no ritmo. Da minha parte, quero puxar para o hardcore. Estou com uns amigos em Brasília tirando as músicas. Tem um David Bowie ali que eu não sei como vai ficar”, ri o artista, que no final do ano passado voltou a tocar no Raimundos ao lado do colega Digão.

“Estamos recuperando o terreno perdido na época em que fiquei fora. Já temos três músicas quase prontas, faltam alguns detalhes”, adianta. “Só não sei se vamos lançar disco, talvez uma parceria com as rádios fosse a solução. O Raimundos já tentou lançar faixas só pela internet e não deu certo.”

Além de fazer letras com o parceiro Telo, letrista dos Raimundos desde a primeira formação, Canisso se arrisca nos vocais de uma outra banda, também sem nome, formada com amigos em São Paulo: Johnny Monster (baixista do Daniel Beleza e os Corações em Fúria), Ulisses Torelli (guitarrista da banda de metal Hammer of Gods) e Leandro Leospa (baterista do Rumbora). “Tenho um carinho imenso por essa banda”, diz. “Até guitarra eu já toquei, agora só falta tocar bateria.”

Cavalera Conspiracy abre triunfalmente turnê mundial na Espanha.

Publicado em musica às Junho 2, 2008 por dissidentrock

Reunião dos irmãos Cavalera tocou durante uma hora furiosa perto de Madri.
Músicos misturaram sucessos do Sepultura com músicas de novo álbum.

“Vamos detonar essa porra Madri!!!”.

Com o mesmo grito de guerra em português alto e claro que usava para comandar o Sepultura, Max Cavalera deu a ordem para o início oficial da turnê mundial do Cavalera Conspiracy. O grupo, que sela sua reunião com o irmão mais novo Iggor, estreou na tarde de sábado (30) no auditório John Lennon, em Getafe (10 km de Madri), no festival Electric Weekend.

O recado foi devidamente entendido, e parte da massa que lotava o recinto com capacidade para 40 mil pessoas se deslocou ao palco coberto do evento, abarrotando a enorme tenda precisamente às 20 horas. Ao lado de Marc Rizzo (guitarra) e Joe Duplantier (baixo), os irmãos que colocaram o Brasil em destaque no mapa do som pesado mundial fizeram um set furioso e direto de uma hora, apresentando o repertório de “Inflikted”, seu disco de estréia, e hits dos dois álbuns mais famosos e influentes do Sepultura, “Chaos A.D.” (1993) e “Roots” (1996).

A faixa-título do novo CD abriu a sessão, em meio a violentas rodas de pogo, de onde partiu uma chuva de copos de um litro de cerveja (aparentemente), molhando a pequena multidão desvairada e quase atingindo Max e a bandeira do Brasil que enfeitava os amplificadores. Mas nem a cevada suspeita, o suor alheio ou as cotoveladas importavam: já com alguns versos na ponta da língua, antigos fãs do Sepultura e possíveis novos admiradores prestaram reverência às músicas recém-saídas do forno.

“Sanctuary” e “Terrorize” vieram depois, da mesma forma como aparecem na ordem do disco, mas foi com a seguinte, “Refuse/Resist”, uma das mais conhecidas pedradas do Sepultura fase industrial (“Chaos A.D.”), que o público ovacionou o quarteto pela primeira vez.

Bom humor em portunhol

Bem-humorado e visivelmente contente com o début, Max aproveitava os curtos intervalos entre as faixas para arriscar palavrões em espanhol (“puta madre” e “cojones”!, entre eles). Fazendo força para voltar à velha forma, Iggor correspondia com risos e olhares cúmplices, observado da lateral do palco por sua mulher, Laima Leyton, com quem tem o duo de música eletrônica MixHell, e um de seus filhos.

“Vocês querem una más rápida?”, perguntou o vocalista ao público em portunhol, deixando de lado por um momento a voz gutural. Diante do urro afirmativo, vieram as pesadíssimas “Doom of All Fires”, “Hex”, “Nevertrust” e “Black Ark” de “Inflikted”. Quem era ejetado para fora da tenda a doses cavalares de pogo aproveitava para tomar ar, sacudir a cabeleira e bater os pés sob os estremecimentos dos riffs de Max.

Brindes feitos por Max à família Cavalera foram a senha de entrada dos tambores estrondosos da introdução de “Territory”, outra resgatada do baú do Sepultura e responsável por grande gritaria e cantoria no refrão. “Ultra Violent”, talvez a melhor do repertório do CC, e “Bloodbrawl”, fecharam o set.
Muita gente que já deixava a tenda acabou voltando quando soou o berimbau que sinalizava o bis. Ainda dava tempo de escutar as duas últimas, também da ex-banda dos irmãos reatados. Primeiro “Attitude”, seguida de “Roots”, o auge do set. Não faltou quem gritasse “Roooots, Bloody Rooots!” ao invés de “por favor” aos atendentes dos bares logo na saída da tenda. O aquecimento estava mais do que feito. Era hora de recuperar o folego, já que a noite ainda traria Iggy Pop & the Stooges – vigorosos e anárquicos como sempre -, o potente Queens of the Stone Age e a principal atração, Rage Against the Machine, que tocou a primeira música (“Bombtrack”) com seus quatro músicos encapuzados como prisioneiros torturados.

Influência do punk nas artes é tema de mostra em Viena.

Publicado em musica às Maio 31, 2008 por dissidentrock

Exposição traz obras de arte, capas de discos e objetos como a bateria de uma banda.

Uma exposição em Viena, na Áustria, relembra a forte influência que o movimento punk teve nas artes e na cultura das últimas décadas.

A mostra Punk - No One Is Innocent (Punk - Ninguém é Inocente, em tradução livre) reúne desde obras de arte inspiradas pelo movimento até capas de discos e objetos como a bateria de uma banda punk.

Segundo os organizadores da pinacoteca Kunsthalle de Viena, o punk significou “uma quebra total das tradições na moda, na música e nas artes.”

A exposição na capital austríaca relembra o início desse movimento cultural rebelde em Londres e mostra sua comercialização e a influência que ele exerce ainda hoje.

“Influências do punk ainda são vistas hoje em dia nas passarelas de moda e nas galerias de arte”, dizem os organizadores.

Vários objetos da mostra são associados à imagem de grupos punk como os Sex Pistols.

Seu primeiro single, Anarchy in the UK, de 1976, é considerado um dos marcos iniciais do movimento no mundo.

Outros pioneiros relembrados na mostra vienense são a estilista de moda Vivienne Westwood, o fotógrafo Richard Kern e o artista gráfico Jamie Reid.

A Kunsthalle mostra como a tendência foi se espalhando gradualmente pela Europa e pelos Estados Unidos.

A mostra Punk - No One Is Innocent fica em cartaz na Kunsthalle de Viena até o dia 7 de setembro de 2008.

Falta ‘raiva’ à nova Alanis Morissette.

Publicado em musica às Maio 27, 2008 por dissidentrock

Cantora canadense lança o álbum ‘Flavors of entanglement’ em junho.
Disco foi produzido por Guy Sigsworth, que já trabalhou com Björk.

“Flavors of entanglement”, novo álbum da canadense Alanis Morissette, é repleto de loops e beats, mas está longe de ser exatamente dançante. Produzido por Guy Sigsworth, que trabalhou com Seal em “Crazy” e com Björk - em “Post”, “Homogenic” e “Vespertine” - além de “What it feels like for a girl”, de Madonna, o disco lembra a fase “paz e amor” da cantora, como quando ela voltou de uma temporada na Índia há alguns anos.

Logo na primeira faixa, “Citizen of the planet”, instrumentos indianos misturam-se a efeitos eletrônicos, criando um clima de deja-vu. Assim como em seus trabalhos anteriores – o mais recente é “So-called chaos”, de 2004 - as letras falam sobre experiências próprias com relacionamentos, política e comunicação, temas tratados na obra da cantora desde o início de sua carreira.

E lá se vão 13 anos desde que Alanis sacudiu a MTV e as rádios com seu “Jagged little pill”, mandando o ex-namorado e todo o resto às favas com canções explosivas ao estilo do hit “You oughta know”.

Pena que, neste novo estágio, a cantora fique tão em cima do muro em termos sonoros. Ao longo de “Flavors”, a sensação que fica é a de um emaranhado – bem pop, é certo – sem muita personalidade.

Até a paródia de “My humps”, lançada em 2007 com um vídeo em que aparecia dançando de maneira provocativa, era mais interessante. Reza a lenda, aliás, que a cantora Fergie, vocalista do Black Eyed Peas, enviou um bolo com o formato de um traseiro e um bilhete em sinal de aprovação.

Alanis até tenta dar vazão ao seu lado popuzuda com a dançante “Straitjacket”, cuja batida dançante parece ter sido feita sob medida para as pistas de dança. Mas não cola. A raiva que emana dos primeiros sucessos da moça faz falta.

Courtney Love nega ter descartado disco novo.

Publicado em musica às Maio 21, 2008 por dissidentrock

Álbum produzido por Linda Perry vai ser lançado pelo selo Custard no meio de julho.
‘Não tem descarte nenhum, são só uns retoques’, diz a cantora viúva de Kurt Cobain.

Courtney Love disse, em seu blog no MySpace, que “não faz sentido” uma reportagem publicada na internet que dizia que ela havia descartado músicas de seu segundo disco solo.

Love disse que o disco, produzido por Linda Perry, vai ser lançado pelo selo Custard, pertencente à produtora, no meio de julho.

“Não tem ‘descarte’ nenhum, são só uns retoques, principalmente porque todas as gravações já vazaram para a rede”, escreveu Love.

“Não pense que conhece nenhuma música deste disco”, acrescentou a roqueira.

“Algumas podem parecer familiares ou então ter os mesmos títulos ou arranjos. Outras são diamantes preciosos que eu não tocaria, mas há toneladas de músicas novas das quais vocês não fazem idéia”.

Love disse que estava “tocando” com Stuart Fisher e Roddy Bottum, ex-Faith No More, mas não deu mais detalhes.

Seu primeiro trabalho fora da banda Hole, “America’s sweetheart”, foi lançado em 2004.

Napster lança loja de MP3 para concorrer com iTunes.

Publicado em musica às Maio 20, 2008 por dissidentrock

Canções custarão US$ 0,99; acervo com 6 milhões de músicas é o maior do mundo.
Principal rival é a loja virtual da Apple, líder na venda de músicas nos Estados Unidos.

O serviço digital de música Napster inaugurou nesta terça-feira (20) a maior loja de downloads de MP3 do mundo, com mais de 6 milhões de faixas, em desafio direto à iTunes, a loja on-line da Apple .

A nova loja on-line de música oferecerá faixas digitais de todas as grandes gravadoras, bem como de milhares de selos independentes. As canções em formato MP3 serão compatíveis com a vasta maioria dos dispositivos digitais de mídia e celulares, entre os quais o iPod e o iPhone, da Apple.

Até agora, o Napster vinha se concentrando em vender pacotes mensais com streams ilimitados de música, mas enfrentava dificuldades para conquistar o apoio da maioria dos consumidores, que desejavam a capacidade de transferir canções a um aparelho portátil que gostam, como o líder de mercado iPod.

O novo serviço do Napster tenta enfrentar o domínio da Apple no mercado de música digital ao oferecer aos consumidores mais canções sem proteção contra cópias ou administração de direitos digitais (DRM). A maior parte dos 6 milhões de canções disponíveis na loja iTunes é vendida com o DRM Fairplay, que impede que as faixas sejam executadas na maioria dos demais aparelhos portáteis que não o iPod.

Pressão das gravadoras

As grandes gravadoras estavam especialmente relutantes em permitir que o varejo on-line vendesse canções sem proteção, como forma de evitar pirataria. Mas à medida que pioram as perspectivas do setor, mais executivos se dispõem a arriscar.

“Agora estamos escapando à nuvem do DRM”, disse Chris Gorog, presidente-executivo do Napster. “Agora os consumidores podem usar o Napster com qualquer aparelho”, acrescentou. A maioria das canções do serviço estará disponível por US$ 0,99 a faixa, ou US$ 9,95 por álbum.

Ainda que o objetivo do Napster seja concorrer com a iTunes, o método adotado envolve oferta de material compatível com o serviço da Apple. De acordo com os executivos, as canções em MP3 compradas no serviço on-line do Napster serão automaticamente sincronizadas à biblioteca musical iTunes instalada de cada usuário, se ele usar esse recurso.

A iTunes informou no mês passado que havia superado o Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo, tornando-se a maior vendedora de música nos Estados Unidos, com mais de 4 bilhões de canções comercializadas desde o lançamento do serviço em 2003.

O Napster nasceu como serviço gratuito de compartilhamento de músicas em 1999, criado pelo então universitário norte-americano Shawn Fanning. Foi um dos programas mais populares do mundo e um dos primeiros a causar impacto na distribuição de música no formato digital. Depois de sofrer processos judiciais por “violação de direitos autorais”, foi desligado e acabou retornando com a cobrança de assinaturas, sendo “aceito” pelas grandes gravadoras.

Mistura de Beatles com Metallica, Beatallica grava álbum de estréia

Publicado em musica às Maio 15, 2008 por dissidentrock

‘Sgt. Hetfield’s Motorbreath Pub band’ é o título do primeiro disco.
Músicos adotaram nomes que homenageiam os ‘originais’.

Pegue os riffs de guitarra do Metallica, junte as melodias dos Beatles a acrescente uma certa dose de ironia nas letras. O resultado é o recém-lançado disco “Sgt. Hetfield’s Motorbreath Pub band”, trabalho de estréia da banda Beatallica, um bom exemplo de paródia que acabou dando certo.


O grupo surgiu em 2001 a partir da reunião do vocalista Jaymz Lennfield e do guitarrista original, Krt Hammetson, substituído recentemente por Grg Hammetson – alcunhas adotadas pelos músicos por trás do projeto.

A voz do James Hetfield cover era tão parecida e o trabalho tão bem-feito, que se suspeitou até que o Metallica original estava envolvido com a brincadeira.

O primeiro EP da banda, “A garage dayz nite”, foi lançado no mesmo ano como uma lembrança do evento Spoon Fest, nos Estados Unidos. Algumas cópias do disco foram distribuídas para amigos, e em pouco tempo as músicas já estavam disponíveis para download na internet.

Não demorou muito para que o Beatallica reunisse um fã-clube digno de um verdadeiro grupo de rock, contando então com o baxista Kliff McBurtney e o baterista Ringo Larz na formação.

Divulgação

Beatallica com a pose tradicional de metal

Nas apresentações ao vivo, o grupo passou a incorporar elementos dos Beatles e do Metallica, tocando na abertura de shows de bandas veteranas como Motorhead e Dream Theater – o baterista desssa última, Mike Portnoy, chegou até a tocar com o Beatallica em uma ocasião.

O novo álbum tem 13 faixas e foi lançado pela Oglio Records, que pertence à Universal. Todas as músicas misturam letras das duas bandas originais, característica presente também nos títulos, como “…And justice for all my loving” (cruzamento de “All my loving” e “…And justice for all”) e “Leper Madonna” (mistura de “Lady Madonna” com “Leper messiah”).

Casamentos a vista!!!!

Publicado em Dissident Rock às Maio 11, 2008 por dissidentrock

Erico Choche pede Vitória Loon em casamento

Ai está a prova do “crime”, agora não adianta dizer que estava bêbado ou não se lembra de nada…

Aconteceu nessa sexta feira, dia 09 de maio de 2008 a festa de noivado de Vitória Loon e Erico Choche na boate dissident rock. A noiva nervosa não deixava de cair, inclusive dizendo que não conseguia ver a bolinha para o pedido do casamento do Erico. Ela caiu umas 8.907.456.348.126 vezes e relogava e sempre a mesma conversinha que não conseguia ver a bolinha ( lorota, todos viam menos ela, acho que ela no fundo não queria aceitar o pedido, kkkkkkkkkkk. Após várias relogadas aconteceu o tão esperado pedido de casamento, perante a mais de 40 pessoas presentes a festa. O rock and roll rolava solto e chegamos até ter uma pequena “discussão” pré-nupcial entre os dois, pois Vitória resolveu achar e perguntar em chat aberto ( pra que serve IM? ) se o Erico realmente queria casar com ela ( será que macaco quer banana? ) No fim tudo ficou bem e pra finalizar a bela festa de noivado ainda adotaram uma filha que pedia desesperada na festa no chat aberto ( Im, o que é isso ? ) para ter um pai e uma mãe, ou só um pai, ou só uma mãe, ou um cão guia, ou um padrasto, um tio, um primo, porra, alguém que tomasse conta dela porque ela se sentia muito sozinha e as contas chegavam e ela não tinha como pagar, kkkkkkkkkk, zoeira, era nossa amiga Sol Regiane que acabou sendo adotada pelo quase casal Erico e Vitória. Depois disso, acho que teremos a nova edição do criança esperança na Dissident e todos os fundos angariados irão para Unicef ( pra quem não sabe, Unicef é a nova ONG que o Dj Kramu acabou de abrir e está precisando desesperadamente de linds para a mesma não ir a falência ). Agora é esperar que a data do casório e ver se não acaba caindo no mesmo dia do casório do Dj Kramu e da Dj Sofi ( duendes, papai noel, coelhinho da páscoa, eu acredito e vc? ), que está um parto pra sair ( acho que eles terão filhos antes mesmo de casar ). Queria agradecer a presença de todos que mais uma vez lotaram a dissident rock com uma super-festa com o Dj Kramu no comando ( coitado, tá ralando pra caramba o garoto enquanto a Oiiiiiiiii, não resolve o problema da Dj Sofi que continua com o seu combo ( Pipoca e Guaraná ) sem poder entrar na internet ). É isso ae galera, vida longa ao Sl, enquanto ele existir, um abraço lagado a todos e até a próxima festa, que torceremos para ser colorida, porque só cinza é foda.

Ps* Se o casamento do Erico com a Vitória for no mesmo dia do Kramu e da Sofi ( que, gnomos, enterro de anão, cabeça de bacalhau ? ), iremos fazer um abaixo assinado a Linden Lab para que nos libere do lag na ilha Jewrely ( não sabe o que é isso, joga no google earth colega ) porque a mesma será pequena para todos que irão comparecer.

Fui, e muito Sexo, Drogas e Dissident pra vcs.

Whitesnake e Queensrÿche se apresentam no Rio e em SP.

Publicado em musica às Maio 8, 2008 por dissidentrock

As duas bandas se apresentaram em diferentes edições do Rock In Rio.
Whitesnake traz inéditas; Queensrÿche preparou repertório variado.

Dose dupla de hard rock nesta semana: Whitesnake (quarta, 7) e Queensrÿche (quinta, 8) fazem apresentações no Rio de Janeiro e ainda passam por outras cidades brasileiras ao longo da semana.

David Coverdale volta ao Brasil à frente do Whitesnake para apresentar, não só os sucessos dos 30 anos de carreira da banda, mas também as músicas do novo álbum “Good to be bad”, lançado este ano depois de uma década sem composições inéditas.

O grupo se apresenta no dia 7 de maio no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, e depois segue para São Paulo, para única apresentação no Credicard Hall, dia 9. A banda já passou por Manaus e por Belo Horizonte e vai a Curitiba (10/05).

Coverdale disse que nunca vai se esquecer da apresentação no primeiro Rock In Rio, em 1985.

“Eu já tinha provado umas caipirinhas, mas afora isso, tudo foi uma surpresa agradável”, disse. “Nunca me esquecerei daqueles shows. Soube que algumas bandas, como o Iron Maiden e um grupo brasileiro [o Barão Vermelho] lançaram suas apresentações em DVD e gostei da idéia, quero ver essas imagens.

Ao lado de Coverdale, os músicos Reb Beach (guitarra), Doug Aldrich (guitarra), Timothy Drury (teclados), Uriah Duffy (baixo) e Chris Frazier (bateria) apresentam os clássicos “Love ain’t no stranger”, “Guilty of love”, “The deeper the love” e as inéditas “Summer rain”, “All for love”, “Good to be bad”, entre outras.

Queensrÿche

Já o quinteto de rock progressivo Queensrÿche chega ao Brasil para uma série de apresentações dia 8 de maio, no Citibank Hall, na capital carioca. Do Rio de Janeiro a banda segue para Belo Horizonte (Chevrolet Hall, dia 10) e Curitiba (Hellooch Club, dia 15), chegando a São Paulo no dia 16 de maio para uma apresentação no Credicard Hall. Os ingressos já estão à venda. Eles são conhecidos pelo hit de 1990, a balada “Silent lucidity”.

Para a turnê na América do Sul, o quinteto preparou um repertório que combina os sucessos dos álbuns “Operation mindcrime”, “Rage for order”, “Empire”, “Promised land”, “Operation mindcrime II” e o recente “Take cover”.

A mistura de heavy metal com rock progressivo é resultado do encontro de Geoff Tate no vocal, Scott Rockenfield na bateria, Michael Wilton e Mike Stone nas guitarras com Eddie Jackson no baixo.

Tate disse que a primeira passagem pelo Brasil “foi fantástica, no Rock in Rio de 1991″. “Foi uma grande experiência, tocar para um público daquele tamanho, nos divertimos muito. Em 1997, tocamos, além do Rio, em São Paulo e Belo Horizonte e tivemos a oportunidade de ver um pouco mais do Brasil.”
Whitesnake no Rio
Quando:
quarta (7 de maio), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shopping Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846
Quanto: R$ 120 a R$ 250
Whitesnake em São Paulo
Quando: sexta (9 de maio), às 22h
Onde: Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, tel. (11) 6846-6010
Quanto: R$ 80 a R$ 300

Queensrÿche no Rio
Quando:
quinta (8 de maio), às 21h30
Onde: Citibank Hall, Av. Ayrton Senna, 3000, Shopping Via Parque, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846
Quanto: R$ 100 a R$ 250

Queensrÿche em BH
Quando:
sábado (10 de maio), às 21h30
Onde: Chevrolet Hall, Av. Nossa Sra. do Carmo, 230, Savassi, tel. (31) 3209-8989
Quanto: R$ 80

Queensrÿche em Curitiba
Quando: quinta (15 de maio), às 21h30
Onde: Hellooch (r. Desembargador Westphalen, 4.000, tel. 41-3013-3374)

Quanto: R$ 150 (R$ 75 para estudantes e quem doar um quilo de alimento não-perecível)

Queensrÿche em São Paulo
Quando:
sexta (16 de maio), às 22h
Onde: Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.955, Sto. Amaro, tel. (11) 6846-6010
Quanto: R$ 80 a R$ 300

Megadeth volta ao Brasil em junho.

Publicado em musica às Maio 6, 2008 por dissidentrock

Banda de trash metal se apresenta em São Paulo, Rio, Curitiba e Belo Horizonte.
Grupo promete tocar clássicos e hits do novo disco, “United abominations”.

Depois de três anos sem se apresentar no Brasil, o Megadeth volta ao país em junho para mostrar seu novo disco, “United abominations”. Os shows vão acontecer nos dias 4, 6, 7 e 8 de junho, no Helooch (Curitiba), no Credicard Hall (São Paulo), no Citibank Hall (Rio) e Chevrolet Hall (Belo Horizonte), respectivamente.

A banda de trash metal promete tocar clássicos de sua carreira e novos hits, como “A tout le monde” e “Never walk alone”.

O grupo americano, que completa 25 anos em 2008, é formado pelo ex-Metallica Dave Mustaine, na guitarra e voz, Glen Drover também nas guitarras, James LoMenzo no baixo e Shawn Drover na bateria.

O Megadeth veio ao Brasil pela primeira vez em 1991, no Rock In Rio II, em que tocaram para cerca de 140 mil pessoas. Em 2005, a banda voltou ao país para uma apresentação única no Credicard Hall, em São Paulo.

Curitiba
Quando:
4 de junho (quarta-feira), às 21h
Onde: Hellooch, rua Desembarcador Westhphallen, 4.000, tel. (41) 3013-3374
Quanto: não divulgado

São Paulo

Quando: 6 de junho (sexta-feira), às 22h

Onde: Credicard Hall, av. Nações Unidas, 17.955, tel. (11) 6846-6000

Quanto: R$ 80 (superior 3) / R$ 90 (superior 2) / R$ 100 (superior 1) / R$ 130 (pista) / R$ 180 (camarote setor 2) / R$ 200 (camarote setor 1)

Rio de Janeiro

Quando: 7 de junho (sábado), às 22h

Onde: Citibank Hall, av. Ayrton Senna, 3.000, Barra da Tijuca, tel. 0300-7896846

Quanto: R$ 110 (pista) / R$ 150 (poltronas) / R$ 200 (camarotes)

Belo Horizonte

Quando: 8 de junho (domingo), às 19h

Onde: Chevrolet Hall, av. Nossa Senhora do Carmo, 230, São Pedro, tel. (31) 3209-8989

Quanto: R$ 120 (1º lote) / R$ 140 (2º lote)